Frente Parlamentar Estadual da Coleta Seletiva
Coordenação: Deputado João Antonio (PT)
Assembléia Legislativa de São Paulo

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Tecnologia e Meio Ambiente Dois assuntos distantes, mas que têm que andar juntos


A tecnologia tem uma evolução muito rápida – se compararmos um celular de 10 anos atrás tem nada parecido com um de hoje –, ela evolui de acordo com nossa necessidade fazendo com que haja mais e mais produtos eletrônicos, onde muitos deles prejudicam o meio ambiente, com isso as novas tecnologias foram obrigadas a caminhar lado a lado com nossa natureza. Novas ideias de produtos ecologicamente correto foram propostas e aceitas. As empresas são uma grande influência para a poluição tanto para o ar quanto em poluir rios.

A velocidade do mundo de hoje é acelerada, muito acelerada, e a tecnologia caminha com ele. De acordo com nossas necessidades novas tecnologias são inventadas a cada momento, e muitas delas são prejudiciais ao meio ambiente como os carros, energia elétrica, as fábricas, enfim, a maioria delas prejudicam, mas como o prejuízo está sendo grande e nós estamos “sentindo na pele” novas formas de tecnologias foram inventadas ou outras aperfeiçoadas como os carros mais econômicos que poluem menos, ou também em fazer postos de recebimentos de celulares, pilhas e remédios vencidos ou estragados. Essas foram as primeiras iniciativas da tecnologia pra o convívio com a natureza.

Depois foram surgindo os “ecologicamente corretos” como as sacolas oxi-biodegradável, garrafas de refrigerante reutilizável, surgiram os pen drives ecológicos, casas ecológicas ou hotéis, enfim várias novas ideias foram aparecendo e saindo do papel. A partir deste momento a tecnologia foi obrigada a caminhar lado a lado com o meio ambiente fazendo com que seja menos poluído. Mas ainda é pouco, pois está sendo menos poluído, então apesar de minimizado ainda há poluição, não que isso seja não importante, pelo contrário, mas ainda há muito para melhorar a situação do aquecimento global, só que é assim no início como aquele ditado “de grão em grão a galinha enche o papo”, tem que ser assim no início e continuar progredindo a cada dia que passa.

Nós não podemos deixar que fiquem inventando algo que minimize a poluição e fazermos nada, então fazermos coisas ecológicas em casa como não desperdiçar água, economizar energia elétrica, jogar lixo na lixeira e cada lixo em sua lixeira adequada (lixo seco, orgânico, etc), andar menos de carro, todos nós podemos fazer a diferença cada um com sua consciência, pois ela quem te influencia se quer ir ao caminho certo ou o errado, onde geralmente o errado é o mais fácil e cômodo.

Depois que catástrofes aconteceram as empresas que antigamente “poluíam mais que lucravam” passaram a pensar antes de poluir. Existem fábricas que utilizam água e as sujam que passaram a utilizam um aparelho que parece uma escada que fica escorrendo a água como se fosse uma cachoeira quem às limpam, dando chance de serem reutilizadas. Esses métodos saem mais econômicos – por ser reutilizada – e ajudam a natureza, pois essa água suja poderia ir a um rio poluindo-o.

Então, a natureza meio que obrigou novas tecnologias seguirem as suas ordens e tentar fazer o mundo melhorar, agora resta todos aceitarmos e colocarmos no nosso dia-a-dia que devemos cuidar do meio ambiente o fazendo melhorar em casa e comprando produtos ecologicamente corretos.

Contato: vinicius@planetasos.org

terça-feira, 21 de agosto de 2012

ENTRE RIOS




Entre Rios conta de modo rápido a história de São Paulo e como essa está totalmente ligada com seus rios. Muitas vezes no dia-a-dia frenético de quem vive São Paulo eles passam desapercebidos e só se mostram quando chove e a cidade pára. Mas não sinta vergonha se você não sabe onde encontram esses rios! Não é sua culpa! Alguns foram escondidos de nossa vista e outros vemos só de passagem, mas quando o transito pára nas marginais podemos apreciar seu fedor. É triste mas a cidade está viva e ainda pode mudar!
O video foi realizado em 2009 como trabalho de conclusão de Caio Silva Ferraz, Luana de Abreu e Joana Scarpelini no curso em Bacharelado em Audiovisual no SENAC-SP, mas contou com a colaboração de várias pessoas que temos muito a agradecer.
Direção:
Caio Silva Ferraz
Produção:
Joana Scarpelini
Edição:
Luana de Abreu
Animações:
Lucas Barreto
Peter Pires Kogl
Heitor Missias
Luis Augusto Corrêa
Gabriel Manussakis
Heloísa Kato
Luana Abreu
Camera:
Paulo Plá
Robert Nakabayashi
Tomas Viana
Gabriel Correia
Danilo Mantovani
Marcos Bruvic
Trilha Sonora:
Aécio de Souza
Mauricio de Oliveira
Luiz Romero Lacerda
Locução:
Caio Silva Ferraz
Edição de Som:
Aécio de Souza
Orientadores:
Nanci Barbosa
Flavio Brito
Orientador de Pesquisa:
Helena Werneck
Entrevistados:
Alexandre Delijaicov
Antônio Cláudio Moreira Lima e Moreira
Nestor Goulart Reis Filho
Odette Seabra
Marco Antonio Sávio
Mario Thadeu Leme de Barros
José Soares da Silva

Conheça a reciclagem de embalagens de óleo lubrificante


Conheça a reciclagem de embalagens de óleo lubrificante
Você sabia que 1 litro de óleo lubrificante é capaz de contaminar 1 milhão de litros de água? 
No Brasil, as embalagens usadas no setor automobilístico como concessionárias e postos de combustíveis, que contém pequena quantidade de óleo e aditivos em seu interior, são descartadas no lixo comum. Isso ocorre porque o óleo lubrificante é uma substância de difícil remoção no processo de lavagem normalmente usado, que utiliza água somente. O produto final apresenta um nível de óleo residual que compromete sua reutilização na fabricação de novas embalagens.
Mesmo sabendo dos benefícios da reciclagem como o aumento da vida útil dos aterros, geração de empregos, economia de energia e de recursos naturais, no Brasil o índice de reciclagem adequada dessas embalagens é de apenas 16,6%.
O engenheiro químico Sérgio Luiz Pinto explicou que o óleo residual desses frascos permanece no material reciclado porque o processo usual de lavagem não consegue retirá-lo, inviabilizando seu uso para fabricação de novas embalagens. Após esse problema, foi pesquisado um processo para a redução do óleo residual a níveis toleráveis e também sobre o destino adequado para eles. Nessa ocasião, destaca o engenheiro, foi encontrado um trabalho publicado pelo Departamento do Meio Ambiente (DMA) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que fornecia informações sobre o impacto dessas embalagens no meio ambiente e sobre o manejo correto desses resíduos. Segundo o engenheiro, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi possível desenvolver um processo que lava os frascos adequadamente e reutiliza a água, não despejando no meio ambiente.
Sérgio Luiz alerta que há muito pouco sendo feito para que esses frascos recebam destinação adequada, principalmente devido à falta de uma logística capaz de impedir que as embalagens se misturem com lixo quando são descartadas pelas fontes geradoras. "Essa questão está ficando cada vez mais preocupante devido ao grande aumento da frota de veículos", disse.
Quando essas embalagens não são recicladas, elas podem gerar passivos ambientais graves como, por exemplo, a formação de filmes de óleo não dissolvido na superfície aquática, que por sua vez interfere na troca de ar e resulta em diminuição do nível de oxigênio, desequilibrando o sistema natural. Porém, quando passam pelo processo de reciclagem, essas embalagens podem vir a ser sacos de lixo, solados, pisos, mangueiras e muitos outros.
Vale lembrar que poluir a água com óleo é crime. O decreto n.º 4.136/2002 dispõe sobre a especificação das sanções aplicáveis às infrações às regras de prevenção, de controle e de fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional.
As empresas que colocam esse tipo de embalagem no mercado devem estudar e desenvolver uma logística que permita recolher adequadamente esse material e encaminhá-lo diretamente à empresas que tenham capacitação e licença para reprocessá-lo.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Telha Ecológica


Muitas pessoas ficaram interessadas no projeto em que se utiliza caixas de leite para se fazer telhas.
Pesquisei uma fábrica (GlZ Telhas e Laminados) localizada em Rio Grande do Sul que foi a pioneira nesse projeto.
Essas telhas possuem muitas vantagens como:
são mais baratas mais leves não quebram permitem maior conforto térmico aos ambientes reduzindo em até 50% as altas temperaturas.
Achamos uma reportagem e iremos posta-la.
Uma empresa de Santa Cruz do Sul conseguiu reunir, em um mesmo produto, resistência, custo baixo e redução de danos ambientais. Tudo isso com a fabricação de telhas e laminados que utilizam como matéria-prima caixas recicladas do tipo longa vida, geralmente usadas como embalagens de leite, sucos, molhos e outros alimentos.
O projeto foi resultado de três anos de pesquisas e testes. O empresário Gerson Zart e a esposa Tatiana Petry plantavam arroz no Uruguai e resolveram buscar um novo ramo de atividade. A utilização de material reciclável chamou a atenção do casal, que investiu no produto mesmo sem ter grandes bases de referência. Das tentativas veio o resultado satisfatório.
A telha, certificada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), é resistente ao granizo e indeformável, além de flexível e de possuir baixa condutividade térmica. Todas as características são obtidas a partir do uso de um único material: a parte interna das embalagens longa vida, feita de alumínio e plástico.
Para produzir mil telhas, são necessárias cerca de dez toneladas de resíduos, que são picados e prensados para virar chapas de sete milímetros de espessura. A carga reciclada é comprada de uma empresa de Gramado, a um preço entre R$ 0,10 e R$ 0,30 o quilo. A idéia, no entanto, é garantir em breve a auto-suficiência no próprio município, implantando uma pequena usina de reciclagem e parcerias com grupos de catadores.
A produção da GLZ Telhas e Laminados chega a 60 telhas por dia. Mas em alguns meses, a intenção é triplicar o volume. “Estamos esperando para ver como será a aceitação no mercado, para então expandir a empresa”, diz Tatiana Petry. A fábrica fica em um prédio de 650 metros quadrados localizado na Avenida Castelo Branco, no Distrito Industrial de Santa Cruz. O aluguel é subsidiado pela Prefeitura, por meio da Sala do Empreendedor.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Bloco verde pavimenta o caminho para construções sustentáveis

Santa Catarina produz aproximadamente 12 mil toneladas de ostras e mariscos por ano e a maior parte deles são consumidos no estado, o que implica em montes de conchas nos aterros sanitários. O de Biguaçu, por exemplo, estará lotado em 7 anos. A boa notícia é que com cada tonelada de conchas são fabricados 4 mil blocos para construção civil, suficientes para construir uma casa de 120 m2.

O aproveitamento do que antes era considerado resíduo e ia para o lixo foi viabilizado por recursos do PAPPE (Programa de Apoio à Pesquisa em Micro e Pequenas Empresas). Em sua última chamada pública, o PAPPE disponibilizou quase R$10 milhões às propostas selecionadas, sendo R$6.535.215,90 provenientes da FINEP (Financiadora Nacional de estudos e projetos). A FAPESC (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina) entra com R$1,5 milhão e o mesmo valor é bancado pelo SEBRAE/SC (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Pouco mais de R$212 mil foram destinados ao projeto Bloco Verde, que resultou em diferentes tipos de blocos, quatro deles usados no calçamento da Avenida Rubens de Arruda Ramos (a Beira Mar de Florianópolis). "Eles absorvem menos água e são cerca de 30% mais resistentes que os blocos e pavimentos inter-travados convencionais", diz Bernadete B. Batista, idealizadora do projeto. Apresentado na UNISUL (Universidade do Sul de Santa Catarina), seu Trabalho de Conclusão de Curso em Engenheira Ambiental, deu início a uma série de experimentos para reduzir o uso do cimento e outros materiais na construção civil. Deixar de usar areia e pó de pedra na produção de blocos evita escavações desnecessárias e preserva os morros catarinenses. "Além disso, estamos dando uma solução para resíduos que são um problema para a Grande Florianópolis", acrescenta Luiz Francisco Teixeira Marcondes, um dos diretores da Blocaus Pré-Fabricados Ltda, sediada em Biguaçu.

Levar montanhas de cascas para a empresa requer parcerias, como a que foi proposta à Prefeitura Municipal de Florianópolis. "A gente já tem um convênio com a Prefeitura de São José, e os seus caminhões recolhem as conchas das áreas de maricultura do município e trazem para nossa empresa. Nossa empresa busca conchas na Fazenda Marinha Atlântico Sul, uma vez por semana", explica Bernadete. "Os maricultores ficam felizes quando o caminhão chega para pegar as conchas, porque eles não têm o que fazer com tantos resíduos. Acabam jogando-as no mar ou em terrenos baldios, o que causa problemas sociais e ambientais, como o assoreamento das praias."

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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Lixo eletronico


 O lixo eletrônico é a mais nova preocupação ambiental. Os aparelhos se tornam obsoletos em um velocidade muito rápida. As vezes nem tanto por não funcionarem, mas pelos agregados, como no caso de celulares que a cada dia assumem mais funções. Por exemplo, ainda podemos fazer ligações com o nosso antigo (comprado no ano passado), mas não podemos assistir TV com ele.
 
Assim, também é com o PC, TVs, aparelhos de som etc, que vão rapidamente para o canto da casa ou direto para o lixo.
 
A composição desses metais pesados são altamente tóxicas, por possuírem em suas composições elementos como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo, que em contato com o solo contaminam o lençol freático e se queimados poluem o ar.
 Transformados em resíduos, acabam seus dias em lixões, constituindo-se num sério risco ao meio ambiente.

Os maiores agentes tóxicos, desses resíduos eletrônicos, estão em dois pequenos objetos, as pilhas e baterias, cujos metais que nunca se decompõe mas podem se acumular com facilidade no corpo dos seres vivos, quando entram em contato ou são ingeridos através da água ou alimentos.
 
De acordo com o Greenpeace 50 milhões de toneladas de eletrônicos são descartados por ano em todo o mundo.
                                        

O que fazer


No Brasil ainda não existe uma legislação para a questão, tramita no Congresso uma Política Nacional de Resíduos Sólidos, e a única legislação relacionada ao assunto é a lei ambiental (Resolução Conama 257 de 30/06/1999). Ela estabelece limites para o uso de substâncias tóxicas em pilhas e baterias e delega ao varejo a responsabilidade de ter sistemas para coleta destes materiais e encaminhá-los para reciclagem junto aos fabricantes.

A Sociedade preocupada com o meio ambiente assume responsabilidades e tomam iniciativas para diminuir esse impacto.

A Hi-tec, já participa de campanhas cata-pilhas e nas salas da empresa possui coletores para sempre estarmos nos lembrando da questão.

Os aparelhos eletrônicos, como os PCs, quando substituídos, são entregues ainda em boas condições para os projetos da APAS (Associação Presbiteriana de Ação Social Rev. Elcyas Alves de Mello).
 
Segundo o Diretor, Jorge Antonio de Mello, se cada um fizer a sua parte teremos uma diminuição significativa desse descarte irregular, o que refletirá em uma melhor qualidade de vida

Lixo Hospitalar

Muito pouco se fala nesse assunto, mas todos os cidadãos deveriam saber do que ele se trata: afinal para onde vai o lixo hospitalar?
O lixo hospitalar entra dentro da categoria de Biohazard, e por isso, é representado pelo símbolo de perigo biológico. Ele pode não só infectar outras pessoas com os resíduos, mas também áreas inteiras, espalhando-se pelo solo e até mesmo lençóis freáticos: um tipo de poluição silenciosa e que pode ser até mesmo mortal, e da qual nós nem ficamos sabendo.
O destino correto para toda e qualquer espécie de lixo hospitalar seria a incineração por empresas especializadas, em fornos feitos especificamente para isso. No entanto, nem todo o lixo hospitalar tem esse destino, e é aí que mora o perigo.
Pra ter o destino devido, o lixo hospitalar precisa ser cuidado por uma empresa terceirizada, ou então, o hospital tem de contar com um incinerador próprio – ambas as opções tem um valor elevado, e o retorno financeiro disto tudo é na verdade, nulo. Não existe reciclagem para o lixo hospitalar nem maneiras de reaproveitá-lo.
Este custo, em tese, estaria embutido já no custo do material usado nos hospitais, mas isso não é levado em conta. O que acontece muitas vezes, é que o lixo hospitalar é colocado junto com os demais resíduos, sem que ele seja acondicionado ou incinerado como deveria, e este lixo acaba indo parar em aterros, junto com os demais lixos.
Os malefícios que este descaso traz são inúmeros: primeiramente, para os catadores de lixo que muitas vezes ganham seu sustento destes aterros – eles entram em contato direto com materiais infectados – ataduras, seringas, agulhas, materiais de exames e curativos, sangue de pacientes, e outros produtos infestados de bactérias.
Além destas pessoas que têm contato direto, o lixo hospitalar infecta o próprio terreno onde está depositado enquanto compõe: a terra se torna não apenas improdutiva, como não habitável para qualquer espécie de ser vivo. Ainda mais com o tempo, estes matérias infectados penetram no solo, poluindo os lençóis freáticos a longo prazo, e outras fontes de água próximas a esses aterros quase que imediatamente.