Frente Parlamentar Estadual da Coleta Seletiva
Coordenação: Deputado João Antonio (PT)
Assembléia Legislativa de São Paulo

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O Meio Ambiente e a Sustentabilidade


Nunca antes se debateu tanto sobre o meio ambiente e sustentabilidade. As graves alterações climáticas, as crises no fornecimento de água devido a falta de chuva e da destruição dos mananciais e a constatação clara e cristalina de que, se não fizermos nada para mudar, o planeta será alterado de tal forma que a vida como a conhecemos deixará de existir.
Cientistas, pesquisadores amadores e membros de organizações não governamentais se unem, ao redor do planeta, para discutir e levantar sugestões que possam trazer a solução definitiva ou, pelo menos, encontrar um ponto de equilíbrio que desacelere a destruição que experimentamos nos dias atuais. A conclusão, praticamente unânime, é de que políticas que visem a conservação do meio ambiente e a sustentabilidade de projetos econômicos de qualquer natureza deve sempre ser a idéia principal e a meta a ser alcançada para qualquer governante.
Em paralelo as ações governamentais, todos os cidadãos devem ser constantemente instruídos e chamados à razão para os perigos ocultos nas intervenções mais inocentes que realizam no meio ambiente a sua volta; e para a adoção de práticas que garantam a sustentabilidade de todos os seus atos e ações. Destinar corretamente os resíduos domésticos; a proteção dos mananciais que se encontrem em áreas urbanas e a prática de medidas simples que estabeleçam a cultura da sustentabilidade em cada família.
Assim, reduzindo-se os desperdícios, os despejos de esgoto doméstico nos rios e as demais práticas ambientais irresponsáveis; os danos causados ao meio ambiente serão drasticamente minimizados e a sustentabilidade dos assentamentos humanos e atividades econômicas de qualquer natureza estará assegurada.  
 
Estimular o plantio de árvores, a reciclagem de lixo, a coleta seletiva, o aproveitamento de partes normalmente descartadas dos alimentos como cascas, folhas e talos; assim como o desenvolvimento de cursos, palestras e estudos que informem e orientem todos os cidadãos para a importância da participação e do engajamento nesses projetos e nessas soluções simples para fomentar a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente.

Uma medida bem interessante é ensinar cada família a calcular sua influência negativa sobre o meio ambiente (suas emissões) e orientá-las a proceder de forma a neutralizá-las; garantindo a sustentabilidade da família e contribuindo enormemente para a conservação do meio ambiente em que vivem. Mas, como se faz par calcular essas emissões? Na verdade é uma conta bem simples; basta calcular a energia elétrica consumida pela família; o número de carros e outros veículos que ela utilize e a forma como o faz e os resíduos que ela produza. A partir daí; cada família poderá dar a sua contribuição para promover práticas e procedimentos que garantam a devolução à natureza de tudo o que usaram e, com essa ação, gerar novas oportunidades de redá e de bem estar social para sua 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

OS PERIGOS DA CONTAMINAÇÃO COM ÓLEO LUBRIFICANTE E UMA BOA PROPOSTA

A manipulação inadequada de óleo lubrificante pode trazer sérias conseqüências ao meio ambiente e à saúde das pessoas.
Tal gravidade do problema que o Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente em 31 de agosto de 1993 publicou a resolução número 09, em conjunto com as portarias 125 e 127, que estabelece formas corretas de destinação do óleo lubrificante usado de veículos de maneira responsável, determinando alguns procedimentos.
O tema é levado a sério pelo Grupo Leblon Transporte de Passageiros que possui em sua garagem, na cidade de Fazenda Rio Grande, no Paraná, um sistema que contempla cuidados, além dos exigidos pelas legislações, desde o recebimento do óleo lubrificante novo até a destinação correta do produto já usado.
Quando se fala em contaminação do solo, da água ou mesmo diretamente do ser humano a primeira imagem que vem à cabeça é do descarte inadequado ou vazamento do óleo.
Mas o perigo já reside nas embalagens do produto, que por melhor que sejam esvaziadas sempre vão ter algum resíduo que pode ocasionar contaminação.
Por este motivo, a Leblon e a Viação Nobel compram o óleo a granel. A garagem possui um tanque que recebe o óleo novo do caminhão de entrega, sem nenhum contato com o meio ambiente.
E este óleo, para ser colocado nos ônibus continua sem o contato com o ambiente e com as pessoas que trabalham com o produto.
Ele é bombeado e levado por mangueiras até os veículos. Essas mangueiras vão até as valetas de manutenção dos ônibus. A área é toda cimentada e ladrilhada. Isso isola completamente o setor do solo natural.
Já o descarte do óleo usado (o termo queimado é popular, mas não é correto) também incorpora tecnologia e segurança.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Sonho de Um Delírio Verde

 Na região Sul do Mato Grosso do Sul, fronteira com Paraguai, o povo indígena com a maior população no Brasil trava, quase silenciosamente, uma luta desigual pela reconquista de seu território.
Expulsos pelo contínuo processo de colonização, mais de 40 mil Guarani Kaiowá vivem hoje em menos de 1% de seu território original. Sobre suas terras encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, juntamente com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível “limpo” e ecologicamente correto.
Sem terra e sem floresta, os Guarani Kaiowá convivem há anos com uma epidemia de desnutrição que atinge suas crianças. Sem alternativas de subsistência, adultos e adolescentes são explorados nos canaviais em exaustivas jornadas de trabalho. Na linha de produção do combustível limpo são constantes as autuações feitas pelo Ministério Público do Trabalho que encontram nas usinas trabalho infantil e trabalho escravo.
Em meio ao delírio da febre do ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças indígenas que enfrentam o poder que se impõe muitas vezes encontram como destino a morte encomendada por fazendeiros.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Meio Ambiente Urbano - As Cidades e a População


   
    Dentro do conceito de meio ambiente urbano existe o uso do espaço público, ou seja, a utilização do espaço (solo), que deve ser disciplinado por leis claras e principalmente aplicáveis.
    O espaço em questão é onde se movimentam as pessoas: calçadas, prédios, praças, ruas, avenidas, parques, etc.
    Freqüentemente somos bombardeados com placas de propaganda nas calçadas e prédios, luminosos de todos os tamanhos, paredes e muros expondo os mais diversos anúncios.
    Pode não parecer, mas certamente cansam nossa visão. Pouco sobra para apreciar uma árvore ou pássaros, se é que uma cidade grande ainda os tem.
    O poder público tem o dever de regulamentar o uso desse espaço utilizando critérios que protejam esteticamente o ambiente, além da saúde das pessoas.
    Os municípios, através dos poderes Executivo e Legislativo, deveriam ter uma preocupação maior quanto ao Direito Ambiental Urbano. As cidades, especialmente as mais antigas, são pouco ou nada projetadas. Assim, suas regiões centrais são os piores lugares para as pessoas transitarem, pois as ruas são apertadas, escuras, os prédios antigos em sua maioria estão em péssimo estado de conservação, e para piorar, existe uma imensa quantidade de propaganda e poluição (sonora, do ar, etc.).
    As cidades antigas cujas regiões centrais são semelhantes ao relato acima, deveriam ser modificadas radicalmente. As Prefeituras deveriam aos poucos transferir o centro dessas cidades para outras regiões, realizando previamente o devido planejamento, o que provocaria a valorização de outros bairros, ocorreria a abertura de frentes de trabalho, e o centro antigo poderia se tornar uma região cultural, com teatros, cinemas, etc.
    Outra alternativa seria as Prefeituras exigirem judicialmente que todos os proprietários de imóveis urbanos em condições precárias realizassem as reformas necessárias.
    Frise-se que, para uma cidade poder dizer que zela pelo Direito Ambiental Urbano, não é simplesmente tombar os prédios “históricos” do centro da cidade.
    A maioria das pessoas confunde o que é construção histórica com construção velha.
    Construção histórica é aquela que tem um verdadeiro valor cultural, por sua linha arquitetônica; pela forma ou época que foi construída; ou ainda se naquele local ocorreu um fato importante para a história. Construção velha é aquela que está desgastada pelo tempo e pelo uso, e não tendo conteúdo cultural.
    Assim para que uma cidade respeite o Direito Ambiental Urbano, deve antes pensar no bem estar de sua população.
    Imaginem cidades do tamanho de São Paulo - SP, Campinas – SP, Rio de Janeiro – RJ, etc., estando limpas, havendo o respeito do poder público para com o cidadão, disciplinando a mídia (placas, luminosos, etc.), exigindo a restauração de todos os prédios históricos, e a reforma de todos os prédios velhos, e ainda, plantando em toda cidade, ou, em lugares pré-determinados como praças, parques, bosques, etc., árvores frutíferas onde os pássaros e pequenos mamíferos pudessem viver. Com certeza a vida seria muito diferente!
    Está comprovado que a poluição diminui anos de nossa vida! Quanto mais poluição existe em uma cidade, menos os respectivos moradores irão viver!
    E a saída não é a população dos grandes centros se mudar para cidades menores. A saída é cada cidadão aprender a respeitar o meio onde vive.
    Uma cidade preocupada com o Direito Ambiental, irá por certo atrair empresas que precisam “aparecer” perante a sociedade como “empresas amigas do meio ambiente”. Assim, é fácil observar que basta apenas um pouco de visão para que qualquer cidade possa melhorar a condição de vida de sua população. 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Dica de Lazer e Educação Ambiental

Apesar de ser terça-feira, um boa dica para quem quer conhecer melhor as plantas nativas da mata atlântica, lembrando que resta muito pouco dela, Jardim Botânico.
Bem perto do Zoológico, e do Simba Safári  o Jardim Botânico de São Paulo . São 360 mil metros quadrados para visitação em meio a uma reserva ecológica com vegetação remanescente da Mata Atlântica. Administrado pelo Instituto de Botânica, o Jardim é uma grande oportunidade para conhecer a diversidade de plantas do mundo todo.
Área de preservação ambiental de importantes espécies de fauna e da flora, o Jardim Botânico oferece varias opções para os visitantes, como trilha da nascente do Riacho do Ipiranga, estufas, o museu botânico, o túnel de bambu, entre outros. O local também disponibiliza visitas monitoradas para professores e alunos, com informações sobre espécies nativas da Mata Atlântica, plantas ameaçadas de extinção, recursos hídricos e plantas que podem ser úteis para a saúde.

A importância da reciclagem


Junto com o aumento da população mundial e com o crescimento da indústria, aumenta também a quantia de resíduos orgânicos e inorgânicos na sociedade. Devido a grande quantia de lixo, reciclar se torna uma atitude cada vez mais  importante para a manutenção da saúde do planeta e das pessoas.

Reciclagem é o nome dado ao processo de reaproveitamento de objetos usados para confecção de novos produtos.

O processo de reciclarem gera riquezas, já que algumas empresas usam o procedimento como uma forma de reduzir os custos e também contribui para a preservação do ambiente. Os materiais mais reciclados são o papel, o plástico, o vidro e o alumínio. A coleta seletiva do lixo e a reciclagem são cada vez mais conhecidas em todo o mundo, uma vez que a reciclagem auxilia a redução da poluição do solo, do ar e da água.

A reciclagem também surge como uma solução para o desemprego no cenário socioeconômico, uma vez que muitos desempregados encontram neste setor uma forma de sustentar suas famílias. No Brasil, existem em grande número de cooperativas de catadores de alumínio e de papel.

O alumínio pode ser reaproveitado totalmente. Ele é derretido e retorna para as linhas de produção das empresas fabricantes de embalagens.

Como as cidades com grande crescimento da população não tem locais para instalar seus depósitos de lixo, a reciclagem é uma solução economicamente viável. Em muitos locais públicos, existem latas disponíveis para realização da coleta seletiva, faltando apenas à conscientização de algumas pessoas para que o processo deslanche de vez.

Na zona rural, ocorre à reciclagem do chamado lixo orgânico que seriam restos de alimentos. Esses “restos” são utilizados para fabricação de adubo orgânico que é utilizado para preparar o solo das plantações.