Frente Parlamentar Estadual da Coleta Seletiva
Coordenação: Deputado João Antonio (PT)
Assembléia Legislativa de São Paulo

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Aprenda a reciclar óleo de cozinha

Muitos bares, restaurantes, hotéis e residências ainda jogam o óleo utilizado na cozinha direto na rede de esgoto, desconhecendo os prejuízos dessa ação. Independente do destino, esse produto prejudica o solo, a água, o ar e a vida de muitos animais, inclusive o homem.



Quando retido no encanamento, o óleo causa entupimento das tubulações e faz com que seja necessária a aplicação de diversos produtos químicos para a sua remoção. Se não existir um sistema de tratamento de esgoto, o óleo acaba se espalhando na superfície dos rios e das represas, contaminando a água e matando muitas espécies que vivem nesses habitats.
Dados apontam que com um litro de óleo é possível contaminar um milhão de litros de água. Se acabar no solo, o líquido pode impermeabilizá-lo, o que contribui com enchentes e alagamentos. Além disso, quando entra em processo de decomposição, o óleo libera o gás metano que, além do mau cheiro, agrava o efeito estufa.
Despejo correto de óleo
Para evitar que o óleo de cozinha usado seja lançado na rede de esgoto,  cidades, instituições e pessoas de todo o mundo têm criado métodos para reciclar o produto. As possibilidades são muitas: produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e até biodiesel.
Esse tipo de combustível já está sendo largamente desenvolvido em todo o mundo. Aqui no Brasil, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em parceria com a Bayer premiou uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) sobre produção de biocombustível a partir do óleo de cozinha. A premiação ocorreu em 2007, durante o projeto Jovens Embaixadores Ambientais.
O projeto Biodiesel em casa e nas escolas também conta com a participação de universitários, escolas e empresas que já ajudaram a coletar mais de cem toneladas de óleo de cozinha para ser transformada em combustível 100% renovável.
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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Garrafa pet que poluía rios é usada na construção de casas


Com custo menor que a construção de alvenaria comum, modelo já foi exportado para o Maranhão

Publicação: 30/05/2012 15:59 Atualização: 01/06/2012 13:35

De acordo com o relatório da ONU para a economia verde, a reciclagem, em todas as suas formas, emprega 12 milhões de pessoas somente em três países (Brasil, China e Estados Unidos). Entretanto, o Brasil gerou, em 2011, 61,9 milhões de toneladas de resíduos sólidos, 1,8% a mais do que no ano anterior. O mais grave é que, do total coletado, 42% do lixo são jogados em local inadequado, segundo o Ministério do Meio Ambiente, sendo que 10% de tudo que é gerado acaba em terrenos baldios, córregos, lagos e praças. 

A situação não era diferente em Tarumirim, município de sete mil habitantes do Vale do Rio Doce. Era comum ver lixo, principalmente garrafas pet, jogado em lotes vagos e na beira de córregos. 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Programa Cidade Sustentáveis


Veja o balanço das atividades do Programa Cidades Sustentáveis


Uma grande rede de organizações da sociedade civil está aproveitando as eleições municipais de 2012 para colocar a sustentabilidade na agenda da sociedade, dos partidos políticos e dos candidatos. Neste sentido foi lançado o Programa Cidades Sustentáveis que oferece aos candidatos uma agenda completa de sustentabilidade urbana, um conjunto de indicadores associados a esta agenda, enriquecida por casos exemplares nacionais e internacionais como referências a serem perseguidas pelos gestores públicos municipais. O programa é complementado por uma campanha que tenta sensibilizar os eleitores a escolher a sustentabilidade como critério de voto e os candidatos a adotar a agenda da sustentabilidade.
Programa Cidades Sustentáveis tem o objetivo de sensibilizarmobilizar e oferecer ferramentaspara que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmentesustentável. São grandes os desafios e, para sermos exitosos em ações que contribuam com asustentabilidadeserá necessário o envolvimento de cidadãosorganizações sociaisempresas e governos.


segunda-feira, 25 de junho de 2012

o que é Agenda 21?





Documento consolidado como diretriz para a mudança de rumos no desenvolvimento global para o século 21. Foi formulado como um grande plano de ação, por esforço de múltiplos atores, e divulgada para adesão durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, em 1992, conhecida como ECO-92. Contém diretrizes para a promoção do desenvolvimento sustentável, passíveis de serem implementadas por qualquer órgão, organização ou governo engajados no movimento da sustentabilidade. A Agenda 21 pode servir para embasar um processo de planejamento participativo em prol de um futuro sustentável. Esse planejamento deve envolver todos os atores relevantes e ensejar a formação de parcerias e compromissos para a solução de problemas relacionados ao desenvolvimento econômico e social e à proteção ambiental, em curto, médio e longo prazos. A análise e o encaminhamento de projetos ou programas embasados na metodologia da Agenda 21 devem ser feitos dentro de uma abordagem integrada e sistêmica das dimensões econômica, social, ambiental e político-institucional.

Prédio Sustentável


Gestão com compromisso com a Sustentabilidade

A Prefeitura da Estância Turística de Itu irá inaugurar seu novo Centro Administrativo Municipal. Será o  Primeiro Prédio Sustentável da America Latina.  A solenidade acontece no dia 27 de Junho 2012, a partir das 17:30, na Avenida Itu 400, Novo Centro-Itu-SP.
O Deputado Estadual João Antonio parabeniza os cidadãos de Itu pela grande contribuição para o meio ambiente!

RIO + 20


Aprovado documento final da Rio+20 que será levado aos chefes de Estado



A plenária das delegações internacionais, reunida no Riocentro, aprovou o rascunho do documento final da Rio+20 elaborado durante a madrugada e que será levado aos chefes de Estado e de Governo, a partir de amanhã. O documento tem uma redação generalista sobre investimentos e metas.
O ministro da Relações Exteriores, Antonio Patriota, comandou a votação, que teve também a presença do secretário-geral da ONU para a Rio+20, Sha Zukang, da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e dos embaixadores André Corrêa do Lago e Luiz Alberto Figueiredo.

O chefe de Comunicação das Nações Unidas na Rio+20, Nikhil Chandavarkar, disse que o texto foi aprovado sem alterações, apesar de alguns países terem demonstrado descontentamento com alguns pontos. “Os chefes de Estado têm direito de mudar o texto, mas os países já deram suas posições [com os negociadores], por isso acho difícil que haja mudanças.”
Entre os pontos de divergência do documento estavam a questão do fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), já que alguns países defendiam a sua elevação ao status de agência, o que não foi acertado.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

O APROVEITAMENTO E A RECICLAGEM DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO




A quantidade de entulho gerada nas cidades brasileiras é muito significativa e pode servir como um indicador do desperdício de materiais.
Os resíduos de construção e demolição consistem em concreto, estuque, telhas, metais, madeira, gesso, aglomerados, pedras, carpetes, etc. Muitos desses materiais e a maior parte do asfalto e do concreto utilizado em obras podem ser reciclados. Esta reciclagem pode tornar o custo de uma obra mais baixo e diminuir também o custo de sua disposição.
O entulho muitas vezes é gerado por deficiências no processo da construção, como falhas ou omissões na elaboração dos projetos e na sua execução, má qualidade dos materiais empregados, das perdas no transporte e armazenamento, má manipulação por parte da mão de obra, além da substituição de componentes pela reforma ou reconstrução. A melhoria no gerenciamento e controle de obras públicas e também trabalhos conjuntos com empresas e trabalhadores da construção civil podem contribuir para atenuar este desperdício.
Na maioria das vezes, o entulho é retirado da obra e disposto clandestinamente em locais como terrenos baldios, margens de rios e de ruas das periferias. O custo social e ambiental disto foge aos controle dos cálculos, apesar de suas conseqüências serem permanentemente notáveis. Percebe-se a degradação da qualidade de vida urbana em aspectos como transportes, enchentes, poluição visual, proliferação de vetores de doenças, entre outros. De um jeito ou de outro, toda a sociedade sofre com a deposição irregular de entulho.
O entulho é um resíduo de grande volume, ocupando portanto muito espaço nos aterros; seu transporte, em função não só do volume mas do peso, torna-se caro. A reciclagem e o reaproveitamento do entulho é, portanto, de fundamental importância para o controle e minimização dos problemas ambientais causados pela geração de resíduos.
DIFERENTES APLICAÇÕES
As propriedades de certos resíduos ou materiais secundários possibilitam sua aplicação na construção civil de maneira abrangente, em substituição parcial ou total da matéria-prima utilizada como insumo convencional. No entanto, devem ser submetidos a uma avaliação do risco de contaminação ambiental que seu uso poderá ocasionar durante o ciclo de vida do material e após sua destinação final.